Eu vos digo, pedi e recebereis…

O ser humano tem sede de Deus. O desejo de encontrá-lo é próprio da nossa condição de criatura.

Em Abraão percebemos a atitude do ser orante (Gn 18, 20-32) e serve como modelo para nós. Coloca-se face a face com Deus, num diálogo interpessoal, em profunda reverência. Apresenta-se com humildade, com respeito, pois sente-se “pó e cinza” diante de onipotência de Deus. Neste diálogo vai também conhecendo a benevolência de Deus, cresce sua confiança e torna-se “intercessor” para o povo de Sodoma. Conhece assim a “justiça de Deus”: a misericórdia.

Em Jesus aprendemos que orar é ser como uma criança que confia totalmente em seu papai. Que o mundo novo sonhado por Ele desde o princípio, se faça presente no meio de nós. E o que Ele tem de melhor para nos dar é o Espírito Santo.
Falar em mundo novo em tempos como vivemos hoje parece uma utopia sem sentido. Mas, como homens e mulheres de fé, colaborando com o projeto do Senhor, cremos e oramos para que seu Reino triunfe entre nós.
É tempo de cuidar. Paz e Bem!
 
Frei Carlos Alberto, OFMConv.

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